Residencial Riviera Noroeste - 3 e 4 quartos com lindíssimas coberturas

Sexta, 15.Janeiro.2010 às 0:22
Pertence à categoria Imóveis
Residencial Riviera Noroeste - 3 e 4 quartos - excelente investimento

Olá cliente e amigo,

Chegou o primeiro lançamento de 2010 no Setor Noroeste. A Soltec Engenharia Ltda está trazendo este maravilhoso residencial com unidades de 3 e 4 quartos e belíssimas coberturas!

Situado no primeiro Bairro Ecológico do Brasil, em uma projeção interna de quadra, próximo à ciclovia, com acesso rápido aos hipermercados Extra e Carrefour, próximo aos Shoppings Boulevard e Iguatemi, próximo ao parques Burle Marx e Água Mineral e com acesso fácil às principais saídas do bairro para a EPIA, Lago Norte e Eixão.

SERÃO 72 UNIDADES, SENDO:

  • 20 apartamentos de canto - 4 dormitórios - 114,1 a 115,5 m², com: 1 suíte com quarto e banheiro, 3 quartos, varanda gourmet, laje técnica para ar condicionado, banheiro social, lavabo, circulação, sala, cozinha conjugada com área de serviço, depósito, e banheiro de serviço;
  • 40 apartamentos de meio - 3 dormitórios - 100,9 a 102,5 m², com: 1 suíte com quarto e banheiro, 2 quartos, varanda gourmet, laje técnica para ar condicionado, banheiro social, circulação, sala, cozinha conjugada com área de serviço, depósito, e banheiro de serviço;
  • 04 Coberturas Duplex de Canto - 4 dormitórios - 183 a 237 m², com: 1 suíte com quarto e banheiro, 3 quartos, laje técnica para ar condicionado, banheiro social, lavabo, sala, cozinha conjugada com área de serviço, depósito, e banheiro de serviço, escada de acesso a cobertura e cobertura individual composta de: sala, banheiro, churrasqueira, sauna com ducha, terraço descoberto e piscina com deck;
  • 08 Cobertura Duplex de Meio - 3 dormitórios - 183 a 237 m², com: 1 suíte com quarto e banheiro, 2 quartos, laje técnica para ar condicionado, banheiro social, sala, cozinha conjugada com área de serviço, depósito, e banheiro de serviço, escada de acesso a cobertura e cobertura individual composta de: sala, banheiro, churrasqueira, sauna com ducha, terraço descoberto e SPA com deck.

PONTOS POSITIVOS DO EMPREENDIMENTO:

    • Controle horário da iluminação da garagem;
    • Supervisão de energia nos quadros de bombas e elevadores;
    • Supervisão do consumo energético do condomínio.
  • Cobertura Coletiva com lazer;
  • Espaço Gourmet com forno de pizza e copa;
  • Área de lazer no pilotis;
  • Piso pilotis em granito;
  • Piscina aquecida na Cobertura Coletiva (OBS.: As piscinas das coberturas individuais terão infra-estrutura para aquecimento, porém as mesmas não serão entregues com o sistema pronto);
  • Tipo da fachada: pele de vidro, granito e pastilhas;
  • CFTV;
  • Central de Gás;
  • Energia solar;
  • Piso dos apartamentos será porcelanato polido nas áreas sociais (varandas, sala, corredor, cozinha);
  • Hidrômetros Individuais;
  • Varanda Gourmet;
  • Preparação para instalação de Ar Condicionado;
  • Antena Coletiva;
  • As áreas comuns serão entregues decoradas sem cobrança de taxa adicional.
  • Automação do sistema elétrico:
    • Supervisão dos níveis dos reservatórios;
    • Controle de bombas de águas servidas;
    • Controle de bombas de águas pluviais;
    • Supervisão de bombas de incêndio;
    • Supervisão do sistema de água quente.
  • Automação do sistema hidráulico:
  • Automação do sistema de segurança:

    • Botão de pânico no quarto de casal, com alarme na portaria;
    • Controle das portas de acesso do pilotis e portão da garagem com alarme na portaria;
    • Controle das portas dos apartamentos (com inibição de alarme por senha) com alarme na portaria (OBS.: Em caso de viagem ou ausência o alarme é ativado pelo morador, cujo status fica registrado na central, alarmado em caso de intrusão);
  • Acabamento interno:

    • Piso dos quartos em laminado (tipo eucatex);
    • Sala, varandas e corredor (60 x 60) e cozinha (45 x 45) ambos em porcelanato;
    • Banheiros em cerâmica 30 x 30 no piso e pastilhas 5 x 5 nas paredes;
    • Teto em forro de gesso;
    • Paredes da cozinha em cerâmica;
    • Medição individual para água quente;
    • Ponto de água para geladeira;
    • Vasos sanitários com duas vazões;
    • Piso salão de festas, espaço gourmet, churrasqueira e terraço descoberto em porcelanato;
    • Opções de plantas: 4 opções para 3 quartos e 4 opções para 4 quartos.

MAPA DE LOCALIZAÇÃO:

» AS UNIDADES SERÃO VENDIDAS SOMENTE PARA OS CLIENTES CADASTRADOS, E VOCÊ ESTÁ TENDO A OPORTUNIDADE AGORA DE ENTRAR NA SELETA LISTA DE CLIENTES QUE PODERÃO RESERVAR SUA UNIDADE COM CONDIÇÕES ESPECIAIS DE PRÉ-LANÇAMENTO.

IMPORTANTE: O Memorial de Incorporação do Residencial Riviera Noroeste já está registrado em cartório sob o nº R. 10 / 105510 do 2º Ofício de Registro de Imóveis.

Então, deixe seu comentário, com seu nome e telefone para que possamos entrar em contato imediatamente e informar sobre os procedimentos de reserva.

Você não pode perder esta oportunidade!

Obras do Setor Noroeste avançam a todo vapor

Quarta, 13.Janeiro.2010 às 9:39
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As obras de urbanização do Setor Noroeste estão adiantadas, conforme podemos ver nesta foto aérea recente.

Obras do Setor Noroeste

Obras do Setor Noroeste

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Metro quadrado dos imóveis sobe em média 20% a 25% a cada 12 meses

Domingo, 27.Dezembro.2009 às 11:47
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Nos últimos cinco anos, o mercado imobiliário do Distrito Federal vem mantendo um forte ritmo de valorização. A cada ano, o preço do metro quadrado sobe em média entre 20% e 25%. Ao lado do Rio de Janeiro, o DF fica atrás apenas de São Paulo em volume de vendas e faturamento. Em 2009, a valorização foi ainda mais forte. Nos primeiros lançamentos do Setor Noroeste, o preço do metro quadrado, que já beira os R$ 10 mil, assustou, mas ainda assim não faltaram compradores. Pelas previsões do setor, o metro quadrado deve chegar em breve a R$ 12 mil. Antes restrita ao Plano Piloto, cujo tombamento explica em parte a disparada de preço dos espaços, a valorização se expandiu para as demais cidades do DF e até mesmo para o Entorno.

De acordo com o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Adalberto Valadão, em 2009 a valorização do metro quadrado variou de 15% a 40%, dependendo da localidade. “A tendência é de um 2010 ainda melhor. Há muita gente querendo comprar, a demanda é grande. E os financiamentos, que voltaram a existir com abundância, estão cabendo no bolso das pessoas. A explosão do mercado começou há cinco anos e ainda não parou”, afirma.

O surgimento de novas áreas para investimento aqueceu o mercado em 2009. O foco das empresas não se restringiu ao Plano Piloto e a Águas Claras. Com a escassez de terrenos livres na região central, as incorporadoras descobriram um nicho próspero em cidades como Samambaia, Ceilândia e Taguatinga, além de Valparaíso e Águas Lindas, ambas em Goiás. É cada vez maior o número de investidores nessas áreas periféricas. Muitos que não podem desembolsar R$ 10 mil por metro quadrado no badalado Noroeste, por exemplo, pagam até quatro vezes menos longe do Plano.

Os lançamentos nas cidades do DF fizeram a Brasal Incorporações ter um ano considerado excelente, com um montante de R$ 250 milhões em vendas. “Levamos para Samambaia, Ceilândia e Gama propostas de condomínio que antes eram exclusivas da classe alta”, comenta o diretor da empresa, Dilton Junqueira. Em Samambaia, todas as 360 unidades de um mesmo empreendimento foram vendidas em menos de um mês. A expectativa para o ano que vem é movimentar R$ 400 milhões. Cinco novos empreendimentos estão previstos: três no Noroeste e dois em Samambaia.

Previsões

As imobiliárias estimam que 20% dos imóveis vendidos este ano no DF se incluem no chamado segmento econômico, cujo valor do metro quadrado não passa de R$ 2,5 mil. O programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, oxigenou esse mercado. Atentas a essa expansão, empresas locais e de fora têm se preparado para uma nova realidade. O Grupo Lopes Royal, por exemplo, trouxe para Brasília a Habitcasa, especializada em imóveis do segmento econômico. A nova empresa vai atender, em 2010, interessados em comprar imóveis de até três quartos nas cidades do DF e Entorno.

Há um ano, a construtora e incorporadora Rossi, presente em 61 cidades do Brasil, abriu escritório na capital federal para fechar parcerias no Setor Noroeste e também algumas voltadas para as classes C e D. No primeiro semestre de 2010, começarão as vendas de unidades de condomínios nas cidades goianas de Valparaíso e Cidade Ocidental. A comercialização ficará por conta da Rossi Ideal, empresa criada para cuidar especificamente dessa modalidade. Os apartamentos custarão a partir de R$ 64 mil. As obras devem gerar pelo menos 3 mil empregos.

Em parceria com a Paulo Octávio Investimentos Imobiliários, a Rossi lançou dois empreendimentos no Noroeste: um prédio com apartamentos de dois e três quartos e outro com apartamentos de quatro quartos. O tamanho dos imóveis, que ficarão prontos só em 2012, varia entre 73 e 536 metros quadrados. O preço gira em torno de R$ 9 mil o metro quadradro. “Brasília é um dos principais mercados do país, por isso queremos chegar para ficar”, diz o diretor regional da Rossi, Frederico Kessler.

A valorização do Noroeste impressiona. Em novembro último, as primeiras quitinetes do bairro chegaram a ser comercializadas por meio milhão de reais. Os imóveis têm entre 31 e 67 metros quadrados e chegam a custar R$ 556 mil. Apesar do preço, quase todas as unidades desse empreendimento estão vendidas. Aliás, cerca de 80% das projeções lançadas no Noroeste já têm dono. O bairro será o último setor habitacional a ser construído na área tombada de Brasília. (colaborou Mariana Flores)

Financiamento

Programa que promete viabilizar a construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda de até 10 salários mínimos (R$ 4.650). Para isso, o financiamento é facilitado e o governo faz parcerias com estados, municípios e iniciativa privada.

Mão de obra

O mercado imobiliário aquecido traz à tona o problema da falta de mão de obra na construção civil. Na tentativa de suprir o deficit, os empregadores têm recrutado gente em Goiás e Minas Gerais e nas regiões Norte e Nordeste. Em 2009, o setor foi o que mais absorveu mão de obra no DF. Mesmo assim, as 65 mil pessoas empregadas em canteiros de obra não são suficientes para atender a demanda.

Fonte: Correio Braziliense