Obras no Setor Noroeste estão aceleradas

Sexta, 26.Fevereiro.2010 às 10:20
Pertence à categoria Notícias

Diferente do que foi especulado, o metro quadrado do Noroeste não é o mais caro do Distrito Federal. Morar no primeiro bairro ecologicamente correto do Brasil custa o equivalente a residir em outras áreas nobres da capital da República. O preço médio do metro quadrado do novo setor habitacional é de R$ 8,5 mil a R$ 9 mil, o mesmo praticado no Plano Piloto e no Sudoeste. “Ninguém está lançando acima deste valor”, afirma o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF), Júlio César Peres. No canteiro, as obras aceleram e começam dar forma ao Noroeste.
O bairro compreende 821 hectares e está localizado entre o final da Asa Norte e a Água Mineral. Ao todo, 15 empreendimentos foram lançados. A previsão é que outros oito deverão ser anunciados pelos empreendedores nos próximos dois meses. Cerca de 50 empresas estão investindo no novo bairro, o que já rendeu a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) mais de R$ 1 bilhão em licitações de projeções residenciais e comerciais.
Apenas 25 % dos espaços disponíveis à construção foram ofertados pela Terracap. Ainda restam 315 projeções, que deverão ser licitadas  até 2012. “Acreditamos no Noroeste. Enquanto houver oferta, o mercado vai absorver”, garante o diretor do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (Secovi-DF), Ovídio Maia. O vice-presidente do Sinduscon, Júlio César Peres, tem a mesma opinião. “O grande problema é a falta de lote. Se houver disponível será comprado, mesmo que seja para a construtora construir daqui um ano. O melhor investimento é ter o nosso estoque”, disse.

Por Mariana Sacramento

Fonte: Jornal de Brasília

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Viverde - Residenciais do Noroeste -3 e 4 quartos e coberturas com 5 quartos

Quarta, 10.Fevereiro.2010 às 10:31
Pertence à categoria Imóveis
Viverde - Residencias do Noroeste - De bem com o meio ambiente

Olá cliente e amigo,

Tenho o imenso prazer em anunciar o mais novo lançamento imobiliário do novíssimo Bairro Ecológico: O Viverde foi planejado para você, pessoa de bom gosto e que preza o meio ambiente. O Viverde será construído na SQNW 110, lotes D e E, ao lado do parque Burle Marx.

Com a maior e melhor área de lazer do Setor Noroeste, o Viverde terá uma piscina de 25 metros, várias opções de plantas de 3 e 4 quartos, vazados ou não, e coberturas vazadas com 5 quartos.

Veja o vídeo de apresentação do Viverde:



Confira a localização privilegiada:

Viverde - Residencias do Noroeste - Localização

Diferenciais de Sustentabilidade usados no empreendimento:

  • Programa de coleta seletiva e gerenciamento de resíduos de óleo de cozinha;
  • Piscina na área de lazer com raia de 25 metros, aquecida por sistema solar e auxiliar com bomba para troca de calor;
  • Torneiras para lavatórios e duchas nas áreas comuns com controle de vazão;
  • Misturadores para duchas e lavatórios com acionamento por monocomando;
  • Acionamento de descarga por válvula de dupla vazão;
  • Duchas linha ecológica - menor consumo, sem perda de conforto;
  • Esquadrias com venezianas para controle interno de iluminação e ventilação.

Diferenciais de Segurança:

  • Guarita com vidro temperado;
  • Controle para acesso ao prédio com biometria;
  • Sistema CFTV;
  • Em todas as unidade: Botão de emergência, Sensor para vazamento de gás e sensor de porta aberta;
  • O condomínio terá um programa específico para coleta de óleo de cozinha das unidades, a ser normatizado em assembléias de condomínio, conforme previsto no Manual de Sustentabilidade.

Diferenciais de conforto e comodidade:

  • Cozinha com cuba de tamanho diferenciado;
  • Caixa de conectividade, com cabeamento estruturado para dados, voz e imagem;
  • Infraestrutura para instalação de ar condicionado;
  • Ponto para filtro;
  • Ponto de água para geladeira;
  • Sistema gerenciador de energia.
  • Piso standard em porcelanato e cerâmica retificada nas paredes da cozinha, área de serviço e banheiro;
  • Opção de acabamento para pisos, paredes de cozinha e banheiros, bancadas e cubas de cozinha, metais e louças;
  • Fachada 100% revestida em cerãmica, granito e vidro;
  • Automação para controle de iluminação nas áreas comuns;
  • Piscina aquecida e com iluminação no lazer comum;
  • Churrasqueiras/pizza point com chopeira instalada;
  • Acionamento automático para aquecimento de gás;
  • Grupo gerador para atender as áreas comuns de lazer e elevadores;
  • Todas as áreas comuns entregues mobiliadas, decoradas e equpadas;
  • Em todas as unidades:

Outro grande diferencial do Viverde é que ele terá 2 áreas de lazer: Lazer Acuas e Lazer Prime, localizadas nas coberturas, nas extremidades opostas do empreendimento.

Veja abaixo a imagem da fachada posterior:

Viverde - Residencias do Noroeste - Fachada Posterior

Data prevista para o entrega: Outubro de 2012.

Tipologia dos apartamentos:

  • 3 quartos com semissuíte (105,41 e 105,78 m²) - Sala de estar/jantar, varanda, circulação, lavabo, 2 semissuítes, banheiro comum às 2 semissuítes, suíte, cozinha/área de serviço e banheiro de serviço;
  • 3 quartos (95,42 e 95,77 m²) - Sala de estar/jantar, varanda, circulação, banheiro social, 2 dormitórios, suíte, cozinha/área de serviço e banheiro de serviço;
  • 4 quartos vazado (132,92 m²) - Sala de estar/jantar, lavabo, circulações, 2 dormitórios, banheiro social, 2 suítes, cozinha/área de serviço, depósito e banheiro de serviço;
  • 4 quartos (125,59 m²) - Sala de estar/jantar, varanda, circulação, banheiro social / lavabo, suíte, 2 semissuítes, banheiro comum às semissuítes, dormitório, cozinha/área de serviço, depósito e banheiro de serviço;
  • Cobertura vazada 5 quartos(275,83 e 276,66 m²) - consulte a composição da cobertura vazada;
  • Cobertura 5 quartos (257,13 e 262,64 m²) - consulte a composição da cobertura vazada;

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Me peça as plantas do empreendimento, os dados da construtora, tabela de preços e demais informações que desejar saber sobre o Viverde. Estou a sua disposição.

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CEB garante energia sem interrupção

Terça, 9.Fevereiro.2010 às 14:00
Pertence à categoria Notícias

Novo sistema começa a agilizar distribuição de energia e objetivo é evitar apagões.

Brasília - O papel da Companhia Energética de Brasília (CEB) não é apenas de distribuir energia, mas garantir excelente prestação de serviço ao consumidor e desenvolver sistemas que atendam as demandas pelo crescimento do Distrito Federal, criando para isso mecanismos que mantenham a energia em todos os pontos do DF 100% executável. Para reforçar esse papel a CEB está apostando no novo sistema elétrico de distribuição de energia do Distrito Federal.

O diretor de Operação da CEB, Hamilton Naves, explicou ao Portugal Digital que os projetos que estão em execução atualmente, foram criados com quase cinco anos de antecedência, uma vez que esse tipo de demanda requer um projeto que é estudado e até começar a ser implantado leva algum tempo. O diretor explica o sistema elétrico de distribuição de energia do Distrito Federal que este ano desponta como uma das principais mudanças no setor energético do DF, consiste em anéis que ligam pontos do DF e transmitem a energia em círculos, formando ma cadeia que não interrompe o fornecimento de energia. E custa caro. O investimento é de R$ 100 milhões anuais. “Então até 2014 deveremos investir R$ 400 milhões”, contabilizou o diretor, sem contar os dois anos anteriores.

Para que se entenda os benefícios da implantação desse sistema, o diretor de Operações fez um comparativo entre o atual – o radial, e o novo – em forma de anel. “O sistema radial tem de um lado a fonte de energia – a geração de uma posição – , e do outro lado os consumidores. Se houver algum problema nessa linha, a exemplo da descarga de um raio, será cortada a geração de energia, então essa comunidade toda fica sem energia. Mesmo que exista mais de uma linha nesse sistema o problema acaba afetando tudo e várias pessoas podem ser prejudicadas”, referindo ao sistema radial. Segundo Hamilton, o tempo de restabelecimento dessas cargas também é um pouco mais demorado porque deve-se detectar o problema, consertar e depois retornar a energia a essas casas.

No caso do sistema em anel, há todo um sistema interligado. “Você tem cargas interligadas com gerações fechando esse círculo. Se, por ventura, uma das linhas, que atendem as cargas caem, temos a possibilidade de atender essas cargas pelo outro polo. Então, a energia chega de todos os lados”, explica.

Esse sistema de criação de anéis que está sendo implantado no Distrito Federal desde 2008, atravessou 2009 e chega em 2010 como um dos maiores avanços no setor para manter a energia e evitar apagões. Mas vai demorar até ser concluído: pode chegar a 2015. Hamilton lembra que o sistema é um projeto que vinha sendo estudado há vários anos, e que só a partir de 2008 começou a ser implantando em diversas áreas da DF e já começa a atender a população. “Os projetos são executivos, já diz quantos postes serão necessários, capacidade do transformador, etc. É sempre assim: há coisas previstas para 2015 que já estão no planejamento, e até posterior, como para 2017”, antecipa.

Força em kilowatts

A energia do DF é de tensão 138 kilowatts – representa 138mil volts –, que é a maior tensão que abastece Brasília e está sendo mantida no novo sistema. Segundo Hamilton, há diferenças de tensão na extensão de todo o DF, muitas abaixo desse número, mas isso não interfere na qualidade da energia que é distribuída. Aliás, parte do sistema que já funciona no Distrito Federal nas tensões inferiores de 138 kw, não é em anel. “É um sistema feito em rede em que você tem todo o conhecimento e atende vários pontos, e não um único ponto”, exemplifica Hamilton Naves, demonstrando que o sistema já existente é eficiente para atender a população, mas que o novo vai fazer a diferença para evitar apagões. O diretor explica que a implantação do novo sistema é um trabalho demorado. “Gasta-se alguns anos porque são linhas de transmissão de construção demorada. Precisa-se de muita técnica para essa construção”, avalia.

Ampliação das linhas

O novo sistema está sendo implantado desde 2008, construindo os anéis que vão manter o equilíbrio do fornecimento em todo o DF. “Os trabalhos prosseguem em 2010, 2011, e vamos continuar em 2014, 2015, até fechar todos os anéis no Distrito Federal e concluir o sistema”, prevê o diretor.

De acordo com Hamilton, o suprimento de energia do DF que até então vinha de Brasília Sul e de Samambaia, são originariamente linhas radiais para atender tanto Taguatinga, quanto Ceilândia, e seguir até Brasília Norte, Brasília Centro, Santa Maria e o Monjolo. “O sistema que se tem hoje aqui, no DF, é dependente dessas fontes. Ao longo do tempo a gente vem trabalhando nessa situação. Já fechamos alguns sistemas originais, como o de Samambaia, para Monjolo e para Santa Maria que interliga com Corumbá IV que é outra fonte”, exemplificou o diretor demonstrando como o sistema vem sendo substituído ao longo dos últimos dois anos.

Todo esse trabalho vai contar, num futuro bem próximo, com a energia de usinas novas, como Corumbá III (em fase pré-operacional), Vale do Amanhecer (Planaltina) e a Subestação do Mangueiral. De acordo com Hamilton está previsto para este ano, a construção de uma nova linha que passa pelo Riacho Fundo e Núcleo Bandeirante. “Ela vai chegar provavelmente entre o final de 2010 e o primeiro semestre de 2011 até o Setor de Embaixadas Sul, chegando até Brasília Norte. Nós vamos fechar esses grandes anéis da área central de Brasília”, garantiu.

Como as obras serão diluídas até 2015, Hamilton diz que para 2012, talvez alcançando 2013, será fechado um anel que virá por Ceilândia Norte. “Ele vai passar por fora, fechando Taguatinga, que já fica nesse anel, chegando também por Brasília Norte. E por último, provavelmente, em 2014, porque ainda estamos em negociação, vamos interligar uma outra usina que existe em Minas Gerais, que tem a nossa participação, assim como da Cemig, que é a de Queimado, em Sobradinho, via PADF-Rio Preto. Portanto, estaremos fechando esse anel até 2015”, prevê o diretor.

Hamilton Naves vibra quando fala das linhas que fazem e farão parte desses anéis, porque a cada ligação por meio dos anéis, ele vê o tanto de possibilidades que existem para atender essas linhas, apenas no nível de 138kw. “A gente tem uma segurança nessa área porque estamos criando fontes e, no futuro, vindo mais uma fonte do Estado de Goiás. Então, não teríamos mais nenhum problema de falta de energia”, avalia, destacando que dessa forma estaria garantida a geração de energia ao redor de Brasília inteira. “Além da Barragem do Paranoá que está aqui dentro, teríamos todo o sistema malhado. Se a gente tem essa segurança de sistema nessa tensão de 138kw, não haveria mais possibilidade de apagões gerais na cidade. Seria uma garantia e teríamos confiança no sistema”, ressaltou.

O diretor explica que o novo sistema não visa liberar mais ligações de energia, mas tornar o sistema mais confiável no abastecimento. Da mesma forma que o número de subestações, que independe desse sistema de anéis, segundo Hamilton, é ampliado de acordo com o crescimento da cidade. “Várias subestações também vão sair nesse tempo aí [até 2015], que é para redistribuir as cargas dos anéis que estão sendo criados. Várias subestações serão criadas, como a do Setor Noroeste, a do Riacho Fundo. Hoje, há 32 subestações de grande porte, o que demonstra que não há apenas uma para cada cidade. É mais de uma por cidade, e com o crescimento do DF o número vai aumentar. A previsão, é que esse número dobre até 2015”, avalia.

Concessão será renovada em 2015

A CEB trabalha com o horizonte de 2015 porque é o prazo final do contrato da concessão, dado pela União, por meio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em 2012 a empresa tem de pedir a renovação da concessão, três anos antes. “Fazemos o pedido para a Agência Nacional de Energia Elétrica, que representa a União por mais 30 anos. E pode ser que consigamos até mais de 30 anos. Temos de estar em 2012 com o sistema todo montado, já com uma confiabilidade maior, para que a possibilidade de renovação seja mais efetiva”, diz o diretor.

Brasília é conhecida nacionalmente por ser a capital que mais consome energia. A média de consumo da população é uma maiores, que fica em torno de 280 kilowatt-hora/hora. “Isso varia de região para região no DF. Em algumas regiões o consumo é maior como o dos Lagos Norte e Sul. Já em regiões carentes tem uma participação menor, mas a média é de 280 kw”. Hamilton atribui esse resultado à renda per capita de Brasília, que é a maior do Brasil. “Isso significa que a gente compra mais eletrodomésticos e consome um pouco mais de energia”, justifica.

Esse consumo alto pode ser amenizado com o horário de verão que, segundo Hamilton, foi criado porque a energia não é consumida igualmente ao longo do dia. “Tem horas que você consome mais, e outras menos. Mais se consome mais na hora em que está escurecendo, entre 18h e 20h. Nessa hora alguém está no banho, a televisão está ligada, o forno de microondas está ligado, então tudo que passou o dia desligado está ligado”, diz ele lembrando os horários de pico, o horário chamado da ‘carga pesada’. E reforça: “Então os sistemas elétricos têm de ser construídos para suportar a carga desse horário”, admite o diretor, destacando que Brasília tem capacidade para suportar essa carga, mesmo antes de concluir a implantação dos anéis em todo o DF.

Hamilton explica que o objetivo do horário de verão é fazer um deslocamento dos horários em função da claridade. “Esse deslocamento atenua esse pico de consumo naquele horário. Enquanto você está tomando banho a iluminação pública ainda não foi ligada. Essa atenuação gera economia de investimento (porque não se precisa investir tanto para suportar uma carga grande num horário só) e gera uma redução no consumo em função da sua forma de utilizar a energia, porque você não vai dormir na mesma hora, por exemplo. Então a economia é fato. Não tenho o percentual exato, mas tem se falado em uma economia de 1%, 2% e até 3% na redução do consumo”, definiu.

Fonte: Portugal Digital